Para muitos acaba o período de férias agora.
Quando estamos todos atarefadíssimos, surgem tantas ideias, tantas vontades, filmes que queremos ver, lugares que queremos visitar, amigos que queremos reencontrar! Mas há sempre a desculpa de 'estar sem tempo'. E é exatamente isso, ou seja, a suposta impossibilidade de praticar esses atos, que os tornam tão desejáveis.
Quanto entramos de férias e percebemos que temos horas e horas disponíveis, parece que nos perdemos. Ficamos enraizados em sofás e cadeiras, diante de telas e janelas e os dias passam e passam com poucos sendo memoráveis. Fazendo um absoluto nada.
E aí o período de correria retorna. E sentimos, primeiramente, saudades daquele absoluto nada. Depois, começamos a imaginar planos novamente.
Da próxima vez, já estarei melhor preparada. Separei um caderninho para anotar todos esses planos. E, nas próximas férias ou talvez antes mesmo delas, ir cumprindo um a um, sem postergações. Talvez, quando o tempo finalmente chegar, a tentação de permanecer no ócio torne-se muito maior. Mas a força para mover-se dessa inércia, a longo prazo, vai compensar, tenho certeza.
O ócio é bom, necessário e muito proveitoso, moderadamente. O problema é que ele vicia.
Quando estamos todos atarefadíssimos, surgem tantas ideias, tantas vontades, filmes que queremos ver, lugares que queremos visitar, amigos que queremos reencontrar! Mas há sempre a desculpa de 'estar sem tempo'. E é exatamente isso, ou seja, a suposta impossibilidade de praticar esses atos, que os tornam tão desejáveis.
Quanto entramos de férias e percebemos que temos horas e horas disponíveis, parece que nos perdemos. Ficamos enraizados em sofás e cadeiras, diante de telas e janelas e os dias passam e passam com poucos sendo memoráveis. Fazendo um absoluto nada.
E aí o período de correria retorna. E sentimos, primeiramente, saudades daquele absoluto nada. Depois, começamos a imaginar planos novamente.
Da próxima vez, já estarei melhor preparada. Separei um caderninho para anotar todos esses planos. E, nas próximas férias ou talvez antes mesmo delas, ir cumprindo um a um, sem postergações. Talvez, quando o tempo finalmente chegar, a tentação de permanecer no ócio torne-se muito maior. Mas a força para mover-se dessa inércia, a longo prazo, vai compensar, tenho certeza.
O ócio é bom, necessário e muito proveitoso, moderadamente. O problema é que ele vicia.
Sem comentários:
Enviar um comentário